Cuidados com a visão
A visão é um fator importante para a condução segura do caminhão e do motorista, que além de cuidar da saúde em geral, deve estar atento a qualquer tipo de problema nos olhos. Para isso, é recomendável procurar um oftalmologista regularmente para avaliar sua capacidade de visibilidade. O diabetes, por exemplo, pode causar sérios problemas na vista e precisa ser diagnoticada e tratada corretamente para evitar a cegueira.
A seguir divulgamos os casos mais comuns de problemas na visão:
Miopia
No caso da miopia, que é a dificuldade de enxergar objetos distantes, costuma ocorrer em pessoas que têm o globo ocular mais alongado do que o normal e a imagem chega na forma de raios de luz praticamente paralelos. Quando um míope olha para algo longe, o foco se forma no interior do globo ocular e, por isso, ao chegar à retina a imagem fica embaçada, devido os raios que passaram pelo ponto de foco se dispersarem. A miopia é corrigida com lentes côncavas, que fazem os raios divergirem para compensar o defeito.
Hipermetropia
A hipermetropia é o problema inverso à miopia e ocorre em pessoas com globo ocular mais achatado do que o normal, pequeno ou de córnea muito plana. Elas têm dificuldade em ver objetos próximos, cuja imagem chega na forma de raios muito divergentes e o foco é formado num ponto imaginário atrás da retina. Na prática, a imagem focada nem chega a se formar e fica embaçada. A hipermetropia é corrigida com lentes convexas, que fazem os raios convergirem. Como solução, são usadas lentes que corrigem os raios de luz para compensar os desvios nos pontos irregulares.
Astigmatismo
O astigmatismo ocorre em pessoas que não têm a curvatura da córnea perfeitamente arredondada e lisa, e em casos raros o problema pode ser do cristalino. Essas irregularidades de superfície desviam alguns raios de luz e podem focar um mesmo ponto da imagem em partes diferentes da retina. O resultado é a formação de manchas desfocadas na visão e visão distorcida tanto para longe quanto para perto, além de cefaléia. Outra queixa comum nestes casos é a fotofobia, ou aversão à luz.
Vírus ou problemas mais comuns:
Conjuntivite
Um dos males típicos do verão é a conjuntivite, que se caracteriza por uma inflamação da conjuntiva, membrana delgada e transparente que reveste a parede do globo ocular e das pálpebras. Os sintomas são olhos vermelhos e lacrimejantes; pálpebras inchadas; sensação de areia ou de ciscos nos olhos; secreção e coceira. A conjuntivite pode ser infecciosa, causada por vírus, bactérias, fungos ou protozoários e é altamente contagiosa e se dissemina geralmente no verão, época do ano por causa da grande concentração de pessoas nas regiões praianas. A conjuntivite não-infecciosa é provocada por agentes externos irritantes, que podem dar origem à conjuntivite alérgica, química ou traumática. Está associada mais diretamente ao sol, à exposição acentuada aos raios ultra-violetas, e ao vento; caracteriza-se pela vermelhidão entre as pálpebras.
Alergias oculares
O contato dos olhos com o excesso ou a falta de cloro nas piscinas e com a água contaminada do mar costuma causar alergia ocular, principalmente nas crianças durante o verão.
Olhos secos
Sensação de estar com areia nos olhos, peso nas pálpebras, olhos vermelhos, embaçamento da visão ao fazer algum tipo de esforço visual e sensibilidade à luz aumentada. Trata-se de uma deficiência na qualidade ou na quantidade de lágrima que o organismo produz. Causas vão desde ambiente seco com muito vento ou situações extremas de temperatura. O problema também pode ser causado por monitor de computador, uso inadequado de lentes de contato e algumas cirurgias oculares ou de pálpebra. Tabagismo e distúrbios alimentares também podem levar ao aparecimento do problema, assim como doenças inflamatórias, como reumatismo, doenças hormonais, como diabetes mellitus ou distúrbios da tireóide. Em todas os casos, o ideal é evitar o sol por meio da utilização de bonés e óculos escuros com leste de qualidade e consultar o oftalmologista periodicamente ou sempre que necessário.
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